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Holdings familiar e planejamento sucessório

Porque que fazer um Planejamento sucessório?
Um processo de inventário consome de 30 % a 40 % do patrimônio, além de durar em média 5 anos para conclusão e ter uma alta carga tributária na transmissão dos bens. Por isso, surge uma opção de partilha, o Planejamento Sucessório.

A partilha em vida de uma forma lícita, sem uma tributação onerosa e é claro, protegendo o patrimônio do custo deste processo de inventário e garantindo a sucessão segura aos herdeiros.

Com o objetivo de evitar problemas inerentes a herança, substituindo os morosos processos judiciais, os testamentos e discussões, por uma maior longevidade do grupo familiar, melhorando o aproveitamento do patrimônio e diminuindo a carga tributária, este processo está em alta.
O Planejamento Sucessório é delicado e requer experiência da área, pois os conhecimentos sobre a integralização de capital, bens e direitos de pessoa jurídica e pessoa física requerem conhecimentos específicos para a formação da holding patrimonial.

Como funciona este processo?

– Definição dos objetivos
– Constituição das empresas
– Integralização dos bens
– Doação das quotas ou ações aos herdeiros
– Clausulas específicas e de usufruto (oculto: pois, ocorrendo o falecimento, a titularidade das quotas ou ações serão transferidas de forma imediata aos herdeiros.)
Importante destacar que o doador, aquele que possui os bens em seu nome e fará a transferência para a holding patrimonial, detém a posse dos bens e também a gestão plena do negócio. Enquanto esse estiver vivo, nada de fato ocorre com os bens. Uma vez que ocorre o falecimento, o atestado de óbito é levado ao órgão competente que dá prosseguimento à alteração contratual.

A forma de constituição limitada é a mais indicada para aqueles que pretendem impedir que terceiros intervenham, protegendo assim a empresa familiar.

Segundo dados do Sebrae, no Brasil, 90% das empresas se originam a partir de algum parentesco. No entanto, 70% dessas empresas encerram suas atividades com a morte do fundador e, dos 30% restantes, apenas uma minoria consegue chegar até a terceira geração.  Nessa perspectiva é afirmativa de John Davis expõe que a “Crise na sucessão é um dos principais fatores que contribui para a mortalidade ou não continuidade das empresas”.

Diante deste quadro, resolvemos nos profissionalizar nessa vertical de negócio e buscar as melhores soluções para um planejamento sucessório seguro, pois mais importante que constituir um patrimônio é saber preserva-lo do decorrer das gerações e do tempo.

A Roderjan possui experiência no que diz respeito a planejamento sucessório e holding familiar, agende uma visita e tire todas as suas dúvidas.

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